terça-feira, 4 de agosto de 2009
Passarei a publicar alguns contos sobre alguns personagens interessantes, novas criações que venho trabalhando e maquinando nos últimos tempos. Como o bar Shots of Glory e a história de um traficante que joga poker, é um grande empreendedor, mas quase nunca está sóbrio. São personagens anti-heróis, nada politicamente corretos, mas que também tem seu lado humano, apaixonado e bonito. Enfim, meus personagens são pessoas de verdade, longe de estereótiposs clichês, embora todos tenhamos pedaços clichês em nossa personalidade. Somos complexos demais para sermos só clichês e é isso que pretendo mostrar :D
sábado, 30 de maio de 2009
Um porque
A ideia do cidadão nada é abranger todas as áreas da sociedade, não sendo preconceituoso, mas verdadeiro. Sem meias palavras e falsas bravatas. Vou dizer coisasque nem todos vão concordar ou entender, mas digo que esqueçam suas ideias pré-concebidas sobre os temas polêmicos e mais caóticos. Cidadão nada é só um nome bonito que não tem a menor intenção de mascarar nem proteger. Abro o peito e a intimidade para críticas de todo tipo.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
terça-feira, 5 de agosto de 2008
WTF is happening with music?
Conta aí no dedo, quantas bandas da década de 60 a 80 você é fã de carteirinha.
Agora conta aí só as bandas da década de 90 pra cá.
Por mais que se faça birra, insista que antigamente era melhor, em quantidade não tem nem comparação. A música nunca esteve acabando, não está e nem vai acabar. Necessidade é a mãe da criatividade.
Atualmente, é muito mais fácil fazer fama que antigamente. Todos conhecemos o caminho das pedras, sabemos como fazer pra ser famosos. Não tem nenhum segredo: Estude, pratique, divulgue e pronto. O dinheiro segue os melhores, se você corre atrás dele já se auto-intitula um dos não-melhores.
Hoje a música é muito mais diversificada e tecnicamente muito mais complexa que antigamente. Música atonal é, tecnicamente, mais complexa que a famosa música erudita clássica. Hoje arrancamos sons de qualquer coisa, inventamos instrumentos e revivemos os antigos.
Gravamos uma música hoje, em casa, com microfones de computador e adaptadores bons de modo a chegar bem próximo da qualidade de estúdios caros. Amanhã nossa música já foi ouvida por extrangeiros e podemos ter fãs que Liszt, Vivaldi e Bach nunca alcançariam nem que tocassem em todas as cidades do mundo.
Conheço gente que nunca ouviu Led Zeppelin, nunca ouviu falar de Black Sabbath, nem sabe quem é John Lennon.
Não gosto desses fãs cegos. Não que Beatles ou Elvis seja ruim, pelo contrário, merecem tanto respeito. Mas esse amor cego, essa paixão falsa, essa hipocrisia geral, um tipo de inconsciente coletivo. Temos a maior dificuldade pra assumirmos, admitirmos e definirmos o quanto gostamos de algo, natural como qualquer outro sentimento. Não acho saudável só ir na onda, por mais que seja uma boa onda. Pensar por si próprio e errar vale mais que acertar pelos outros.
Elis já cantava: "É você que ama o passado e que não vê, que o novo sempre vem".
Acho incrível como evoluimos sem parar, mas o colapso está próximo. Sempre esteve. A Idade Média levou mil anos pra acabar, a Moderna outros dois. Agora já estamos no segundo século da Idade Contemporânea, mas será que estamos mesmo na idade contemporânea?
Para mim, e para alguns grandes historiadores, a queda da União Soviética pode ser comparada à queda de grandes impérios de antigamente, gerando uma nova Era da humanidade. A Era Digital, em que vivemos muito mais virtualmente, já está aqui há quase 20 anos. Porque só agora a mídia vem dizer toda essa ladainha nos nossos ouvidos? Agora temos passado e base de idéias para a mídia falar, já é algo realmente consolidado, não é mais moda nem tendência, é cotidiano. Transformar tendências em hábito leva tempo, e isso é o que não se conhece mais hoje.
O tempo foi distorcido e corrompido por Einstein quando estipulou uma idéia mais maleável de tempo, massa e energia. Hoje, tempo não é tempo, tempo é dinheiro, é stress, é tudo culpa do tempo, e o tempo cura tudo.
Mentira.
Idéia mastigada e cuspida em nós. Sabemos que é assim, mas temos preguiça de pensar. Preguiça é a única palavra que explica a burrice. Genética é probabilidade e probabilidade é irrelevante quando se trata de conquistas pessoais. Pensar, amar, gostar, ser feliz. Não existe probabilidade nesse ambiente. Por sorte, ainda não inventaram a Engenharia Humana, então não podemos aplicar probabilidade nesse ambiente da psiquê humana.
O problema é que aprendemos desde pequenos, minto, não aprendemos nada. Gravamos na memória os caminhos mais curtos, os atalhos. Nossos pais resolvendo nossos quebras-cabeça, montando nossos Legos. Isso é anti-psicologia.
Cultura? Não. Cultura é algo que nos cresce enquanto seres humanos, cultura não é atraso, é evolução. Cultura abre novos horizontes na mente, isso é que gera gênios, nenhuma escola cria gênios, somos nós, nossa cultura acumulada, nossa disposição mental de pensar. Pra que ter preguiça de pensar? Gasta energia! EMAGRECE! Repito, como samba da Globo: E-MA-GRECE!
Pensar cansa, nada melhor pra descansar a mente que uma atividade programada: Esporte.
A fórmula não é nova, não disse nada que ninguém já não tivesse ouvido, mas eu disse.
O que falta não é dizer, é a compreensão, bom senso. Nada melhor que alguém da sua altura pra falar no seu ouvido. Qualquer adulto falando esse discurso passa pra lá, mas isso é que eu acho que é maturidade. Aprender a aprender. Ouvir e saber tirar sempre o melhor. É isso que falta.
Too much information. Podia escrever um livro sobre isso.
Agora conta aí só as bandas da década de 90 pra cá.
Por mais que se faça birra, insista que antigamente era melhor, em quantidade não tem nem comparação. A música nunca esteve acabando, não está e nem vai acabar. Necessidade é a mãe da criatividade.
Atualmente, é muito mais fácil fazer fama que antigamente. Todos conhecemos o caminho das pedras, sabemos como fazer pra ser famosos. Não tem nenhum segredo: Estude, pratique, divulgue e pronto. O dinheiro segue os melhores, se você corre atrás dele já se auto-intitula um dos não-melhores.
Hoje a música é muito mais diversificada e tecnicamente muito mais complexa que antigamente. Música atonal é, tecnicamente, mais complexa que a famosa música erudita clássica. Hoje arrancamos sons de qualquer coisa, inventamos instrumentos e revivemos os antigos.
Gravamos uma música hoje, em casa, com microfones de computador e adaptadores bons de modo a chegar bem próximo da qualidade de estúdios caros. Amanhã nossa música já foi ouvida por extrangeiros e podemos ter fãs que Liszt, Vivaldi e Bach nunca alcançariam nem que tocassem em todas as cidades do mundo.
Conheço gente que nunca ouviu Led Zeppelin, nunca ouviu falar de Black Sabbath, nem sabe quem é John Lennon.
Não gosto desses fãs cegos. Não que Beatles ou Elvis seja ruim, pelo contrário, merecem tanto respeito. Mas esse amor cego, essa paixão falsa, essa hipocrisia geral, um tipo de inconsciente coletivo. Temos a maior dificuldade pra assumirmos, admitirmos e definirmos o quanto gostamos de algo, natural como qualquer outro sentimento. Não acho saudável só ir na onda, por mais que seja uma boa onda. Pensar por si próprio e errar vale mais que acertar pelos outros.
Elis já cantava: "É você que ama o passado e que não vê, que o novo sempre vem".
Acho incrível como evoluimos sem parar, mas o colapso está próximo. Sempre esteve. A Idade Média levou mil anos pra acabar, a Moderna outros dois. Agora já estamos no segundo século da Idade Contemporânea, mas será que estamos mesmo na idade contemporânea?
Para mim, e para alguns grandes historiadores, a queda da União Soviética pode ser comparada à queda de grandes impérios de antigamente, gerando uma nova Era da humanidade. A Era Digital, em que vivemos muito mais virtualmente, já está aqui há quase 20 anos. Porque só agora a mídia vem dizer toda essa ladainha nos nossos ouvidos? Agora temos passado e base de idéias para a mídia falar, já é algo realmente consolidado, não é mais moda nem tendência, é cotidiano. Transformar tendências em hábito leva tempo, e isso é o que não se conhece mais hoje.
O tempo foi distorcido e corrompido por Einstein quando estipulou uma idéia mais maleável de tempo, massa e energia. Hoje, tempo não é tempo, tempo é dinheiro, é stress, é tudo culpa do tempo, e o tempo cura tudo.
Mentira.
Idéia mastigada e cuspida em nós. Sabemos que é assim, mas temos preguiça de pensar. Preguiça é a única palavra que explica a burrice. Genética é probabilidade e probabilidade é irrelevante quando se trata de conquistas pessoais. Pensar, amar, gostar, ser feliz. Não existe probabilidade nesse ambiente. Por sorte, ainda não inventaram a Engenharia Humana, então não podemos aplicar probabilidade nesse ambiente da psiquê humana.
O problema é que aprendemos desde pequenos, minto, não aprendemos nada. Gravamos na memória os caminhos mais curtos, os atalhos. Nossos pais resolvendo nossos quebras-cabeça, montando nossos Legos. Isso é anti-psicologia.
Cultura? Não. Cultura é algo que nos cresce enquanto seres humanos, cultura não é atraso, é evolução. Cultura abre novos horizontes na mente, isso é que gera gênios, nenhuma escola cria gênios, somos nós, nossa cultura acumulada, nossa disposição mental de pensar. Pra que ter preguiça de pensar? Gasta energia! EMAGRECE! Repito, como samba da Globo: E-MA-GRECE!
Pensar cansa, nada melhor pra descansar a mente que uma atividade programada: Esporte.
A fórmula não é nova, não disse nada que ninguém já não tivesse ouvido, mas eu disse.
O que falta não é dizer, é a compreensão, bom senso. Nada melhor que alguém da sua altura pra falar no seu ouvido. Qualquer adulto falando esse discurso passa pra lá, mas isso é que eu acho que é maturidade. Aprender a aprender. Ouvir e saber tirar sempre o melhor. É isso que falta.
Too much information. Podia escrever um livro sobre isso.
segunda-feira, 24 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Sobre minha vida
Nas profundezas de minh'alma guardo um romantismo contido.
Sou o primeiro da união da família italiana e portuguesa.
Minha mente se estreita em meu peito, e suprime meu sentimento.
Ostento meu pensamento à frente de meu tempo,
vivo a imaginar o futuro e suas carícias tocando minha pele enquanto durmo,
são minha atual consorte.
Estendo sobre meus ombros um estranho porte,
De quem não teme a sorte,
Nem as calúnias da morte.
Extraíndo minhas entranhas, escontrar-se-á um sangue Amazonas
Corre em seu leito caudaloso e forte,
Escuro e deveras carregado de sedimentos,
Horas forte, horas fraco
Que transforma qualquer simples batida de meu coração
Em uma extensa paixão que deságua numa foz em delta
Que não conhece obstáculos
Pois que quando me encontro sob sentença de morte,
A corda em meu pescoço se estreita,
A mão viva se incendeia
E o corpo inteiro se candeia
Enquanto o coração bombeia
O sangue lusitano,
E deveras, também italiano
Que não sabe descender sem extravagância
Que na hora que a pátria me nega a estância
Irrompe em chamas de Ira e Ódio, e outros sentmentos mais complexos
Abatendo com o golpe mais angular
Dando aos meus inimigos o pesar
De permanecer em pé e lutar
Pois que no fundo não me aguento
Pois que de pouco sentimento
Não se vive o sangue lusitano
Sangue grosso e carregado,
Irrompe minha pele e inunda minha boca
Me afoga de popa e proa
No sentimento desgraçado
Na visão do pecado
Na tremenda sensação de meu fado;
Em imensa supressão de pesado;
E não me deixa guardá-lo para mim
Em obra de morte
Deleito-me com valkírias
Ilusões da sorte
E vejo-me, pesarosamente
A guardar minha consorte
Para num futuro
Viver no presente
Tendo sempre em mente
Quem sou realmente.
Pois que na dor meu coração morde,
pois que na fé meu coração cede,
pois que na sorte meu coração sonha,
pois que na tez não levo nenhuma emoção,
que meu coração, profundamente vive
em constante estado de euforia
pois que na verdade, mergulho em agonia
pois que meu coração se afoga em lágrimas,
enquanto meu rosto explode em sorrisos
pois que quando realmente sinto algo tão forte
que de uma só vez,
transpassa de meu coração para minha tez,
Sinto-me envergonhado e lisonjado
Fecho meus olhos, e profundamente clamo
Pois que em minh'alma, deito-me com as fadas
Do perdão, da paixão e do amor
E num lapso, um relapso confuso
de quem Sinceramente
Ama.
Sou o primeiro da união da família italiana e portuguesa.
Minha mente se estreita em meu peito, e suprime meu sentimento.
Ostento meu pensamento à frente de meu tempo,
vivo a imaginar o futuro e suas carícias tocando minha pele enquanto durmo,
são minha atual consorte.
Estendo sobre meus ombros um estranho porte,
De quem não teme a sorte,
Nem as calúnias da morte.
Extraíndo minhas entranhas, escontrar-se-á um sangue Amazonas
Corre em seu leito caudaloso e forte,
Escuro e deveras carregado de sedimentos,
Horas forte, horas fraco
Que transforma qualquer simples batida de meu coração
Em uma extensa paixão que deságua numa foz em delta
Que não conhece obstáculos
Pois que quando me encontro sob sentença de morte,
A corda em meu pescoço se estreita,
A mão viva se incendeia
E o corpo inteiro se candeia
Enquanto o coração bombeia
O sangue lusitano,
E deveras, também italiano
Que não sabe descender sem extravagância
Que na hora que a pátria me nega a estância
Irrompe em chamas de Ira e Ódio, e outros sentmentos mais complexos
Abatendo com o golpe mais angular
Dando aos meus inimigos o pesar
De permanecer em pé e lutar
Pois que no fundo não me aguento
Pois que de pouco sentimento
Não se vive o sangue lusitano
Sangue grosso e carregado,
Irrompe minha pele e inunda minha boca
Me afoga de popa e proa
No sentimento desgraçado
Na visão do pecado
Na tremenda sensação de meu fado;
Em imensa supressão de pesado;
E não me deixa guardá-lo para mim
Em obra de morte
Deleito-me com valkírias
Ilusões da sorte
E vejo-me, pesarosamente
A guardar minha consorte
Para num futuro
Viver no presente
Tendo sempre em mente
Quem sou realmente.
Pois que na dor meu coração morde,
pois que na fé meu coração cede,
pois que na sorte meu coração sonha,
pois que na tez não levo nenhuma emoção,
que meu coração, profundamente vive
em constante estado de euforia
pois que na verdade, mergulho em agonia
pois que meu coração se afoga em lágrimas,
enquanto meu rosto explode em sorrisos
pois que quando realmente sinto algo tão forte
que de uma só vez,
transpassa de meu coração para minha tez,
Sinto-me envergonhado e lisonjado
Fecho meus olhos, e profundamente clamo
Pois que em minh'alma, deito-me com as fadas
Do perdão, da paixão e do amor
E num lapso, um relapso confuso
de quem Sinceramente
Ama.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Days of the new
It's a new day, it's a new life
Is better be d(e)ad soon
Just be bad
BAD thing
You know good things aren't for me
The best things in life, aren't for free
Is better be d(e)ad soon
Just be bad
BAD thing
You know good things aren't for me
The best things in life, aren't for free
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